Guitar Hero de bolso
Esta mini-consola do jogo Guitar-Hero tem 3 níveis de dificuldade e 10 músicas que fazem parte do jogo original. Mas não pensem que o jogo é igual ao da Playstation 2, aliás é muito inferior, mas para os fãs nem faz diferença…
Esta mini-consola do jogo Guitar-Hero tem 3 níveis de dificuldade e 10 músicas que fazem parte do jogo original. Mas não pensem que o jogo é igual ao da Playstation 2, aliás é muito inferior, mas para os fãs nem faz diferença…
Jogabilidade e diversão em detrimento do aspecto gráfico dos jogos. Esta é a premissa que a vasta maioria das editoras tem aplicado aos seus títulos Wii, mas esse parece não ser o caso da High Voltage."É uma autêntica vergonha que as editoras e produtoras não aproveitem as capacidades técnicas de uma plataforma como a Wii (…) e que a maioria dos títulos não tenham sequer gráficos tão bons como os da PlayStation 2, o que é uma bofetada nos consumidores", referiu Kerry Ganofsky, presidente da High Voltage. "A Wii é capaz de muito mais do que os jogadores virão até agora", acrescentou Ganofsky.
The Conduit será inspirado nos jogos Metroid Prime 3 e Medal of Honor: Heroes 2 e promete um argumento mais virado para os consumidores adultos. A High Voltage pretende assim contrariar a ideia "persuasiva e cíclica de que os utilizadores Wii não querem jogos adultos" pois, segundo a produtora, a verdade é que estes "não têm este tipo de jogos à sua disposição". Graficamente, e como já referimos anteriormente, o objectivo de The Conduit é "fazer um jogo Wii que se pareça com um Xbox 360".
Os jogos de última geração para a PlayStation 3 viram a Clearvision a anunciar o seu novo Monitor LCD, capás de funcionar perfeitamente quando ligado diretamente na consola. E a Nintendo Wii, fica de fora? Claro que não. Porque a Vaison desenvolveu um versão idêntica para o Nintendo Wii. Ambos os monitores que medem mais ou menos 7 polegadas e vem com colunas integradas.

Desde já aviso que o blog não ficou esquecido... E de novo peço desculpa pela falta de posts. Agora fica aqui o novo God of War para a PSP, e veja os videos.
Dentro de 10 anos, as consolas de videojogos serão apenas uma lembrança do passado, defende Sandy Duncan, antigo vice presidente da divisão europeia da Xbox.«Acredito que os aparelhos de videojogos dedicados [...] vão extinguir-se nos próximos 5 a 10 anos», vaticinou Duncan, em entrevista ao blog "That Videogame".»
Pois é! Foi lançado um controlador para se poder jogar Guitar Hero na Nintendo DS. Clica em "Leia Mais" para veres o "Tour" em video do Guitar Hero a trabalhar na DS.
A Sony disponiblizou, ontem dia 18 de Março, o firmware 3.93 para a PSP. Vê as suas novidadas.
O Windows Home Server já está disponível em Portugal. Esta solução doméstica da Microsoft permite a partilha e gestão de ficheiros, sendo compatível com a Xbox 360..jpg)
A apoiar o post do japplo escrito pelo Hugo Ribeiro eu também transmito a mensagem.
Com o advento da era digital, a pirataria de conteúdos atingiu proporções que no tempo da cassete pirata eram inimagináveis.
Aquilo que começou por ser um negócio lucrativo para alguns (quantos de nós não compraram jogos e música a um amigo que conhecia um fulano que tinha um gravador de cd’s…), é agora uma situação totalmente democratizada, acessível a qualquer um, onde só gasta dinheiro em material original quem não alinha com este estado de coisas...
Numa realidade de uma hipocrisia gritante, temos de um lado as editoras a pressionar as autoridades para que estas tomem medidas contra os “prevaricadores”, e do outro, empresas fornecedoras de Internet, fabricantes de discos rígidos, de gravadores, de cd’s e dvd's a lucrarem com a situação.
Claro que só usufrui da pirataria quem quer, no entanto isto é um bocado como os empréstimos fáceis. Com tanta empresa financeira a emprestar dinheiro só com um telefonema, não admira que grande parte das famílias portuguesas esteja em situação de sobrendividamento. Ora se aquilo que é fácil é atractivo, o que é grátis nem sequer tem concorrência.
Se nos cingirmos aos videojogos, a pirataria é uma das grandes responsáveis pela falta de aposta em novas ideias e conceitos. Com a subida em flecha dos custos de produção (nesta nova geração), é muito mais seguro lançar sequela após sequela de títulos já consagrados. Só mesmo as grandes editoras se podem dar ao luxo de seguir por caminhos nunca antes pisados, e mesmo assim, com algumas cautelas. A título de exemplo, podemos referir Assassin’s Creed, que embora tenha tido uma componente de risco por parte da Ubisoft, não reinventou totalmente o género.
Claro que muitos de vocês devem estar agora a pensar que a culpa é do elevado preço pedido pelos jogos. Bem, por essa ordem de ideias, ninguém comprava automóveis utilitários. O procedimento seria ir a garagens públicas (que seriam o equivalente aos sites de partilha de ficheiros) e “agarrar” no primeiro BMW que nos aparecesse à frente.
Outros advogam que, de qualquer das formas, nunca comprariam a maior parte dos jogos que obtêm ilicitamente. Sim, isso pode até ser verdade, mas no meio dos 50, 100 ou mais jogos que por lá têm, pelo menos 5 ou 6 acabavam por comprar.
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